A economia da Paraíba dá sinais positivos em 2025. De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (14) pelo IBGE, o setor de serviços na Paraíba cresceu 7,5% em março, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. O resultado coloca o estado com a segunda maior alta do Nordeste e a sexta maior taxa do Brasil, superando largamente a média nacional, que ficou em 1,9%.

O levantamento faz parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que monitora a atividade econômica do setor em todas as unidades da federação.
Paraíba entre os destaques do Brasil
A Paraíba aparece atrás apenas de estados como:
- Distrito Federal: 14,3%
- Mato Grosso do Sul: 11,3%
- Rio Grande do Norte: 9,6%
- Mato Grosso: 8,6%
- Goiás: 7,7%
- Paraíba: 7,5%
Esse desempenho mostra que o setor de serviços Paraíba 2025 tem respondido bem, mesmo diante de desafios como inflação persistente e juros elevados.
Turismo e transportes lideram expansão
Segundo o IBGE, os segmentos que mais cresceram em março foram:
- 🏨 Serviços ligados ao turismo (hotéis, agências, reservas e alimentação)
- 🚍 Transporte de passageiros e cargas
- 🍽️ Restaurantes e serviços de alimentação fora do lar
Essas áreas foram impulsionadas por uma demanda reprimida no pós-pandemia, eventos regionais e pela recuperação do setor hoteleiro no interior e na capital.
“Há uma sustentação do setor de serviços em um patamar elevado, muito próximo do seu nível recorde”, afirma Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa do IBGE.
Sobre a pesquisa
A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) avalia a receita bruta de empresas com 20 ou mais funcionários, excluindo setores como saúde, educação e serviços financeiros. Seu foco é capturar a movimentação econômica de áreas como:
- Transporte e armazenagem
- Serviços profissionais, administrativos e complementares
- Informação e comunicação
- Serviços prestados às famílias
- Atividades turísticas
Importância para o PIB estadual
O setor de serviços é, ao lado do comércio e da administração pública, um dos pilares da economia paraibana. Representa uma fatia significativa do PIB estadual, com forte impacto na geração de emprego, arrecadação de impostos e movimentação do consumo.